domingo, 13 de novembro de 2011

SEMPRE AO SEU LADO







Sempre ao seu Lado
(Hachiko: A Dog's Story)




Elenco: Richard Gere, Koji Yakusho, Joan Allen, Sarah Roemer, Jason
Alexander, Cary-Hiroyuki Tagawa, Erick Avari.

Direção: Lasse Hallström

Gênero: Drama

Duração: 93 min.

Distribuidora: Imagem Filmes
Estreia: 25 de Dezembro de 2009

Sinopse: Quando Hachiko, um filhote de cachorro da raça akita, é encontrado
perdido em uma estação de trem por Parker (Richard Gere), ambos se
identificam rapidamente. O filhote acaba conquistando todos na casa de
Parker, mas é com ele que acaba criando um profundo laço de lealdade.




Curiosidades:
» Sempre ao Seu Lado é a adaptação de um famoso conto japonês sobre um cão da
raça Akita, chamado Hachiko. Este conto tornou-se símbolo da fidelidade para
o povo japonês.
Critíca ao filme:

Algumas vezes não é necessário muito para se ter um bom filme. Personagens
do cotidiano em situações que primam pelo comum, com uma leve pitadinha do
extraordinário, por vezes bastam para encantar e emocionar uma plateia. É o
caso de “Sempre ao Seu Lado”, que se não irá revolucionar o modo como vemos a
sétima arte, causa mais impacto junto ao público que muitos blockbusters por
aí.
Quebrando um certo paradigma de que remakes não fazem bons filmes,
este longa é a refilmagem de uma película japonesa de 1987 intitulada “Hachiko
Monogatari”, a qual, confesso, não assisti e que foi baseada em uma
história real, que ocorrera no Japão da década de 1920. Já a história desta
versão ocidental se passa nos Estados unidos durante os anos 1990. Certo dia,
em uma estação de trem, uma gaiolinha que continha um filhote da raça de cães
japonesa akita acaba caindo e libertando o seu habitante, que é encontrado (ou
encontra) pelo professor de música Parker (Richard Gere).
Após tentar em vão descobrir a quem pertencia o cão, Parker fica com o
animal, a despeito dos protestos iniciais de sua esposa, Cate (Joan Allen).
Parker vai entendendo mais sobre a natureza sui generis dos akita e
sua linhagem nobre graças a seu amigo Ken (Cary-Hiroyuki Tagawa) e descobre
que, na coleira do filhote, havia o kanji para Hachi (“oito”, em
japonês), sendo este o nome do novo companheiro do professor.
Conforme o tempo vai passando e Hachi vai crescendo, ele passa a acompanhar
Parker, por vontade própria, rumo à estação de trem, voltando para casa após a
partida do seu companheiro e estando na porta da estação novamente quando o
trem de volta deste chega. A família de Parker passa a ter o cãozinho como um
membro da família, que vê a filha de seu dono se casar e constituir seu próprio
lar. No entanto, um trágico incidente mudará o rumo da existência de Hachi, que
mostrará a todos o valor da amizade e da verdadeira lealdade.
Em sua primeira metade, a fita diverte pela interação entre Hachi e Parker,
jamais apelando para o humor barato ou situações mais extravagantes, sempre mantendo
tudo bem simples e corriqueiro, justamente para fisgar o espectador. Já o foco
da segunda parte da produção passa a ser na emoção, com Hachi roubando a cena
de seus companheiros de tela humanos. Aliás, se não fosse a habilidade dos cães
que vivem o protagonista canino do filme, este não seria tão bem sucedido.
Richard Gere se sai muito bem como Parker, se utilizando de seu carisma
natural e charme do clássico “bom-moço” para fazer sua ligação com a audiência.
Joan Allen é outro destaque do elenco, tendo uma ótima química com Gere e até
mesmo com Hachi, se entendendo muito bem com o animal em duas cenas
absolutamente tocantes. Outros nomes mais conhecidos do elenco são Jason
Alexander, o eterno George da série de TV “Seinfeld” como o bilheteiro
da estação de trem onde Parker e Hachi se encontram, e Cary-Hiroyuki Tagawa,
interpretando o amigo nipônico de Parker, Ken.
O grande trunfo do filme é a facilidade com que o público consegue se
identificar com os personagens lá mostrados. O roteiro desta adaptação foi
escrito por Stephen P. Lindsey e foca no cotidiano, no comum, na própria vida e
na convivência entre Parker e Hachi, bem como com a família do professor e seus
amigos, que ganham maior destaque a partir da segunda metade do filme. Com isso
em mente, o diretor sueco Lasse Hallström aposta em uma narrativa mais clássica
e em um visual familiar, quase uma versão mais urbana e contemporânea de um
quadro de Norman Rockwell.
O cineasta só derrapa um pouco no uso de planos subjetivos em alguns
momentos para nos mostrar as coisas do ponto de vista de Hachi e nas sequências
de passagens de tempo tremendamente artificiais, se utilizando das estações do
ano. Embora não sejam falhas muito comprometedoras, geram um ruído
desnecessário para a fita, simplesmente não casando com a estética adotada pelo
longa ou com a própria narrativa que está sendo contada.
Um ponto positivo a ser mencionado é a trilha sonora, composta por Jan A.P.
Kaczmarek, que aposta mais em sons de piano, instrumento tocado por Parker,
algo que acaba ajudando o espectador a adentrar no mundo do personagem e de
Hachi, sendo um componente emocional de incrível valia na já citada segunda
parte do filme.
“Sempre ao Seu Lado” mostra que investir em histórias cotidianas não é algo
que pode ser esquecido pelo cinema. Em tempos de grandes produções que retratam
outros planetas ou épocas passadas e futuras, é muito bom ser surpreendido por
um simples conto de amizade e lealdade como este. Um belo filme, sem dúvida.

MEUS COMENTÁRIOS
Esse filme tem uma forte impacto em uma cidade pequena no Japão em 1920, e
até hoje relembrada por seus moradores. Uma história facinante e encantadora. Onde
podemos ver o verdadeiro toque do amor.
Na cidade ainda hoje existe uma escultura do verdadeiro cão em frente a estação de trem para lembrar essa história e a importância que ele teve no
convívio com os moradores daquela pequena cidade.

Minha Maratona: Ida a UFAL na segunda-feira(aula de História)


CORDEL: COLIBRI NELE HÁ.








Meu bairro tem Colibri
Colibrir no meu bairro há
Onde os dias são escaldantes
E as noites estrelas a brilhar
Neste lindo paraíso
Onde há
Árvores...
Lagoas...
E nascentes...
Que podem vim a se acabar
Por causa do bicho homem
Que não tem medo de
se matar
Destruindo o que de melhor há
No meu bairro tem
Colibri nele há.



UMA FOTO HISTÓRICA

Essa menina bonita que esta nesta foto, com essa boneca quase do tamanho dela é a minha mãe Josilene, nesta foto ela tinha acabado de completar 1 ano de vida em 14.08.1970. Ela relata que não se lembra de nada sobre esse dia mas conta que sua mãe guardou com muito carinho essa foto e a entregou a pouco tempo. Ela diz que foi sua primeira boneca grande.
Um fato curioso dessa foto é que depois de quase 43 anos de ter ganhado sua primeira boneca, esse tipo de boneca ainda é comercializado nos anos atuais, lembrando que essa foto foi tirada nos anos 70, só houve algumas praticamente nenhum modificação no estilo da boneca.

UM POUCO DA HISTÓRIA DO MEU BAIRRO...

O bairro onde eu moro chama-se Conjunto Colibri, esse nome
foi dado a ele pelo fato de na região onde é localizado existir muitos passáros
da espécie Colibri. Ele foi fundado no ano de 1998. Minha família foi uma das
primeiras a construir a casa nesse conjunto; ele era de propriedade de um vereador chamado
Coutinho, ele prometeu para aqueles primeiros morados se conseguissem para ele
votos para as eleições , no mínimo 30 pessoas, a pessoa “ganharia” um terreno
dele neste conjunto. Antes das eleições fossem realizadas ele entregaria os
terrenos; e assim aconteceu mais ou menos um três meses das eleições ele
começou a entregar os terrenos.
Nesta região quando chegamos não havia muitas casas e as que
existiam eram muito longe umas das outras, bem próximo da região loteada, há
até hoje uma fazenda de um homem muito rico com um pouco de mata fechada onde
há algumas lagoas e nascentes, onde os moradores no início do conjunto desciam
as ladeiras da fazenda para lavarem
pratos e roupas(nesse período não existia água tratada, era em carros pipas). Hoje
esse ambiente natural que existe na fazenda está um pouco destruído por causa
da poluição causada pelos próprios moradores da região que depositam lixos nas
encostas da fazenda.
Como já havia falado
quase toda a área era coberta de vegetação, aos poucos foram sendo construídas
casas e mais casas, ruas e uma grande avenida chamada de Nascente, nome dado a
ela pelo fato de haver nas proximidades do conjunto algumas nascentes. Essas nascentes
hoje são as que fornecem água quase natural para a população deste bairro.
Nosso bairro no início de sua construção foi desenvolvendo
aos poucos um grande comércio que ultimamente a avenida Nascente é repleta de
lojas de vários segmentos.
No ano de 2005 as ruas da comunidade começam a receber
calçamento da prefeitura viabilizando a melhor locomoção dos moradores.
No período de 2006 a 2008 a nossa rua começou a receber o
ônibus da linha São Francisco com destino ao terminal do Conjunto Colina dos Eucaliptos.
Hoje em dia as coisas estão totalmente diferentes do que era
a quase 15 anos atrás quando o conjunto ainda era apenas um imensa vegetação.

domingo, 6 de novembro de 2011

LIVRO DIDÁTICO: AMIGO OU INIMIGO DO PROFESSOR

O livro didático é um auxiliador para que o professor
juntamente com ele possa desenvolver as linguagens da criança, neste caso no
estudo da História. Pois os livros são riquíssimos em figuras, imagens, reportagens
e etc, as vezes experiências que as
crianças nunca poderão ter estão dentro dos livros didáticos, que hoje em dia
estão cada vez mais elaborados em propostas de atividades para o professor
trabalhar com os seus alunos, ele leva o professor a fazer trabalhos em grupos
refletindo sobre a importância da interação com o outro, a auto-avaliação da
aprendizagem para com o aluno.
O livro didático tem o poder de desenvolver na criança o
questionamento e a participação ativa naquele conhecimento que ela está
recebendo naquele momento, assim sendo capaz de modificar seu contexto social e
o melhorando-o.
O livro também leva sem sombra de dúvidas o aluno ao mundo
da imaginação, como eu já avia falado ele é muito rico, mas para que esse livro
seja extraordinário é preciso que o professor saiba usa-lo de forma correta,
dessa maneira ele sempre será um ótimo aliado em seu dia-a-dia, professor.

VISITE UM MUSEU VIRTUAL E SAIBA MAIS SOBRE A HISTÓRIA DE SEU PAÍS

MUSEU HISTÓRICO NACIONAL- RIO DE JANEIRO- PRAÇA MARECHAL ÂNCORA
AQUI VAI UMA MATÉRIA DA REDAÇÃO TERRA SOBRE ALGUNS MUSEUS VIRTUAIS QUE EXISTEM EM NOSSO PAÍS.


· Museus brasileiros
No Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (www.mamrio.com.br) e no Museu
Imperial (www.museuimperial.gov.br/) podemos ver fotos. No primeiro, quadros
de autores como Tarsila do Amaral, Pollock e Anita Malfatti. No segundo, a
seção Museu Interativo traz uma representação dos andares e edificações que
compõem o museu. É só clicar em um dos aposentos para abrir uma janela que
traz texto e foto do aposento, ou o detalhe de alguma mobilia ou peça do
lugar.
No Museu Histórico Nacional
(www.museuhistoriconacional.com.br/), a galeria virtual traz boas fotos, que
podem ser ampliadas. Já no Museu de Arte Moderna de São Paulo
(www.mam.org.br/), sob o link Galeria virtual, há uma lista de ambientes do
museu e de exposições (a mais recente, de julho de 2003) nas quais se clica
e, numa nova página, aparece uma foto que se move de para a esquerda ou
direita, de acordo com a direção do mouse passado sobre ela.
Um dos mais importantes museus
brasileiros, o Masp (www.masp.art.br/), em São Paulo, tem disponível um vídeo
panorâmico (360º) da Sala Renoir e de todo o espaço de exposição. Pode-se dar
um zoom na imagem ou obra que se deseja ver mais de perto.


Redação Terra






terça-feira, 18 de outubro de 2011

ENTREVISTA COM UMA IDOSA

Esta entrevista foi um dos momentos mais marcantes para mim no 1º período na UFAl, saber a importância que os mais velhos têm na história da educação e como eles se emocionam contando suas particularidades.

Quando comecei a entrevista-lá, perguntei alguns dados importantes que foi imediatamente respondidos
pela senhora Maria Luiza da Costa. Ela nasceu na cidade de Pilar-Al no ano 1925
no dia 04 de Agosto, seus pais eram Francisco Carneiro da Costa e Josefa Camilo
de Lima. Conta-me que se lembra muito bem do dia em que começou a estudar, ela
relata que aos oito anos foi a primeira vez que foi a uma “sala de aula” , não
fez primário pois ela afirma que não existia maternal à alfabetização, onde ela
morava as crianças só iam a escola para fazer a 1ªsérie em diante. Ela relata
que tinha que ir a escola escondida de seu pai Francisco Carneiro da Costa,
pois ele não admitia que suas filhas fossem a escola, sua mãe Josefa Camilo de
Lima a arrumava logo cedo, logo após seu pai ir trabalhar na roça(Engelho
Novo), para que ela pude-se ir à escola, chegava antes que seu pai chega-se da
roça pois diz:” Se papai chega-se cedo e não encontra-se eu e minhas irmãs em
casa íamos apanhar.” Ela afirma que era uma boa aluna, mesmo indo escondida
para a escola nunca faltou uma aula. A mesma diz que a escola não era como as
escolas de hoje bem estruturadas e organizadas, a escola que ela estudava era
em uma casa velha onde se reunia algumas crianças para aprender a ler. Sua professora
não era formada em magistério e nem pedagogia, era escolhida uma mulher da
região que soubesse mais do que os outros para ensinar as crianças. Onde ela
estudava existia vários tipos de castigos para os alunos que não decora-se a
tabuada e não tive-se uma letra bonita, conta que na época existia um tipo de
livro chamado ABC que era utilizado para aprender a ler e escrever bonito e quem
não aprendesse apanhava de palmatória, ou era ajoelhado em milho, feijão ou
pedra e muitas das vezes ela sofreu esse castigo. Os materiais que eram
utilizados pelos alunos e professores Justificareram o “crião” (giz), caderno, “ carta do
ABC” e ela conta que não existia caneta na época. Quando ela completou 12 anos
estava na 4ª série e já sabia ler e escrever, então a professora disse que ela
não precisava estudar mais, a professora então foi na casa dela e falou com sua
mãe e disse que ela já sabia de tudo e não precisava ir mais a escola. Quando ela
completou 15 anos foi obrigada a se casar, teve seis filhos, e não pôde estudar
mais, com 24 anos ela se separou do marido, tendo que cuidar das crianças
sozinha. A mesma afirma que gostaria de ter estudado mais, mas não teve
oportunidade, pois logo cedo teve que trabalhar para sustentar seus filhos. Ela
diz também que foi muito bom ter estudado pois aprendeu muito, hoje ela afirma
que nunca precisou de alguém para ler as coisas para ela, cita” Pego o ônibus
sozinha sem precisar de ajuda de ninguém.”

OBSERVAÇÃO DE UMA CRIANÇA PEQUENA BRINCANDO


A brincadeira foi realizada no
quintal da casa da criança chamada Eduarda, neste dia da observação tudo
começou com ela dizendo:

- Vamos brincar lá fora? ( ela
estava falando com um " amigo imaginário" não havia uma criança
presente naquele momento).

Ela foi em seu quarto e pegou
alguns brinquedos para brincar lá no quintal:boneca,velocípede,talheres,
pratinhos, fogão.... Já saiu de seu quarto em alta velocidade em seu carro que
tinha acabado de ser abastecido em um posto que aparentemente estava localizado
em seu quarto, dizendo:

- Licença estou um pouco
atrasada preciso fazer a comida para as crianças!
Quando ela chegou no quintal
(neste quintal existe uma árvore e chão de barro) começou a preparar a comida
para as crianças, pegou um pouco de areia, um punhado de capim e disse:

- Vou fazer um bolo bem
gostoso para minha filha, vou precisar de farinha de trigo, manteiga, ovos, e
...., tio para fazer um bolo eu preciso de quais materiais, mesmo?

O tio dela respondeu: você vai
fazer bolo para quem Duda?

Eduarda: - Para a minha filha,
diga qual são os materiais,pois estou ouvindo ela chorar e tenho certeza que é
de fome!

Tio: -Sim, você vai precisa
de: farinha de trigo, manteiga, açúcar, três ovos,dois copos de leite, mecha
tudo, coloque no forno, e seu bolo ficara pronto rapidinho.

Ela correu depressa para o
quintal com seu carro (velocípede) , e foi terminar de fazer seu bolo. Ela
dizia:

-Vou precisar de muita coisa,
vou ter que ir ao Hiper(super mercado) para comprar alguns materiais. Pegou o
seu carro e foi para o Hiper(o super mercado ficava bem próximo de onde ela
estava ao lado da árvore ) chegando no Hiper comprou alguns materiais: leite e
açúcar ( o leite era água de uma torneira que tem no quintal e o açúcar um pouco de areia), e
falou:

- Já comprei todos os
materiais que preciso, agora vou para
casa fazer o bolo da minha filha!

Quando vou para casa foi logo
para o fogão, começou a colocar os ingredientes em uma bacia e misturando
dizia:

- Calma filhinha sua comidinha
já vai sair estou colocando ela no forno. Essa menina não para de chorar!

Ela colocou a comida no forno,
e foi pegar sua filha no colo, dizendo:

-Filha pare de chorar sua
comida já esta saindo, será um bolo bem gosto, que a mamãe preparou para você.
Enquanto ela balançava a criança ela disse:

- "Eitá!" vou
correndo ver o bolo, possa ser que ele já esteja pronto! Correu para a sua
cozinha e disse:

- O bolo já estava pronto para ser servido, vou
pegar minha filha para ela comer do meu bolo. Ela pegou a menina e deu para ela
um pouco de bolo dizendo:

- Coma filha! Filha direitinho para que você cresça e seja
uma menina bem forte!

Após ela dar a comida para a
menina cansou de brincar no quintal, e foi assistir televisão.





Foi observado que a brincadeira que a criança
estava realizando estava sendo retirada no mundo real para o imaginário, pois
ela relatava fatos que aconteciam em seu dia-dia. E refazia esses fatos em sua
brincadeira usaando os materiais que ela tinha ao seu redor.

domingo, 25 de setembro de 2011

Experiências de Projetos Integradores






Essa foi uma das experiências mais marcantes para mim com projetos integradores, pois a professora que observei foi muito interessante, ela trabalhava de uma forma que eu nunca tinha visto na educação infantil, e sempre era prazeroso fazer parte de suas aulas. Saudades...

Uma Grande Surpresa!



Exatamente no dia 10 de fevereiro de 2007, minha avó estava passeando na rua em que ela mora, quando o rapaz que entrega jornais deixou um deles cair, como ele estava muito longe ela não conseguiu entregar, assim quando ela começou a ler o jornal ela lembrou que eu tinha feito o vestibular e teve a curiosidade de ver se eu tinha passado, quando ela viu o meu nome na lista de aprovados ficou muito feliz, pois eu era o primeiro da família a passar em uma universidade.